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Ele não vai desistir

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Kertész quer atrair apoio de Imbassahy  |   Bnews - Divulgação

Publicado em 21/05/2012, às 07h05   Redação Bocão News



Os planos do PMDB não mudaram quando se trata da corrida pelo Thomé de Souza, pelo menos é o que foi anunciado pelo pré-candidato Mário Kértesz, em entrevista concedida ao jornal Tribuna da Bahia. 
Mesmo após o anúncio da aliança PSDB e DEM, para os peemedebistas nada mudou.  Em conversa com o jornal, o próprio Kertész garantiu que permanece no páreo e afirmou que empreenderá esforços para atrair o apoio do ex-prefeito e deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB), que segundo especulações cogita sair do ninho tucano por estar insatisfeito com a decisão dos aliados de fechar a aliança em favor da pré-candidatura de ACM Neto (DEM).
“Não existe novidade. Minha pré-candidatura está firme e forte. Tem gente que diz que não, mas estamos trabalhando”, disse ao impresso. 
Questionado sobre uma suposta aliança com o PCdoB que tem como pré-candidata a prefeitura de Salvador a deputada federal Alice Portugal, Kertész ressaltou: “Eu não tenho composição nenhuma para fazer com ninguém. O PMDB vai ter candidato próprio e eu serei candidato”, enfatizou.
O apresentador da Rádio Metrópole criticou ainda o posicionamento do PSDB estadual de “desrespeito” à opinião do diretório municipal e do pré-candidato a prefeito, Imbassahy.
“Estou conversando com Imbassahy, que não está satisfeito com o PSDB, mas é um nome importante e pode apoiar uma candidatura. Eu gostaria muito de tê-lo comigo. O que fizeram com ele foi um absurdo, uma falta de respeito. Foi um estupro. Tudo negado. Da mesma forma que ACM Neto me disse que não era candidato a prefeito”, lembrou. 
Já o caciquedo PMDB, Geddel Vieira Lima, disse à Tribuna que o partido permanece na disputa em Salvador. “Mário Kertész é o nosso candidato”, ressaltou. Segundo ele, o partido tem buscado costurar novos apoios. “Só não somos governo, portanto, não temos nada para oferecer. 
O governo vai tentar cooptar mais gente a base de cargos e de espaços”, alfinetou. Geddel reconheceu que fracassou o projeto de unidade das oposições, mas segundo ele, o momento atual de se olhar para frente. 
 “Nós tínhamos um projeto que não deu certo. “Se não podemos sair com o ideal vamos fazer com o que é possível”, afirmou. Ele associou a aliança entre o PSDB e o DEM, a articulação entre as lideranças nacionais. “É absolutamente natural que troquem esse apoio de São Paulo por Salvador, mas nossa tese é diferente. 

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Foto: Tiago Melo

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