Política

Secretarias da Ordem Pública e Infraestrutura e Defesa Civil levam mais recursos

Prefeitura baixou um decreto estabelecendo o limite de despesas

Publicado em 25/01/2013, às 07h26        Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)

Na última quinta-feira (24), a prefeitura de Salvador baixou um decreto estabelecendo o limite de despesas de cada secretaria de despesas e seus órgãos abrigados para 2013.

De acordo com números divulgados no Diário Oficial do Município de quinta, é possível montar um ranking dos mais e menos custosos levando em conta a previsão do Thomé de Souza, e excluindo os gastos dos multimilionários fundos municipais de Saúde (R$ 938 milhões) e Educação (R$ 848 milhões) e do Instituto de Previdência do Salvador (R$ 431 milhões).

O primeiro lugar no ranking é ocupado pela pasta da Ordem Pública - que abriga a Limpurb e a Guarda Municipal-, cuja estimativa é de R$ 559 milhões. Logo depois aparece a secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil (R$ 229 milhões), nela estão a Desal e a Sucop. Em terceiro, aparece Urbanismo e Transporte (R$ 172 milhões), que gerencia a Transalvador. E em quarto e quinto lugares estão Fazenda (R$ 142 milhões) e Promoção Social e Combate à Pobreza (R$ 55 milhões).

No final da lista estão os cinco últimos órgãos e secretarias com menor despesa prevista para este ano: Assessoria-Geral de Comunicação (Agecom) leva cerca de R$ 9 milhões; Casa Civil e Cidade Sustentável, R$ 6 milhões para cada uma; Reparação com R$ 4 milhões, e por último aparece o gabinete da vice-prefeita, com custo fixado em R$ 614 mil. Juntos, não consomem o total da previsão feita para a Procuradoria- Geral do Município e para o que sobrar da Saltur (R$ 27 milhões).

Informações da colunista Jairo Costa, do Correio


Classificação Indicativa: Livre