Política

Novo partido criado na Bahia estreia com polêmica

O PSPB nasce fazendo negociações com base e oposição da política baiana

Publicado em 26/01/2013, às 16h33    Divulgação    Redação Bocão News (Twitter:@bocaonews)

O Partido dos Servidores Públicos e Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB) recebeu a autorização judicial para a criação do partido na Bahia, através de publicação nesta sexta-feira (25), pelo Tribunal Regional Eleitoral, assinada pelo juiz Cássio Miranda. Depois do Partido Social Democrático (PSD), que foi oficializado no final de 2011, o PSPB é o novo partido que tem a Bahia como sexto estado a ser oficializado. Ele já nasce fazendo negociações de apoio político a base e oposição, já houve conversa com o PT, PP e PMDB. Informações A Tarde.

Diferente do PSD que já nasceu com nomes como o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e do vice-governador do estado, Otto Alencar, o PSPB, que pretende disputar as eleições de 2014, ainda não tem nenhum político renomado em suas fileiras. O Presidente estadual da legenda, Marcos Aurélio Almeida, servidor do município de Ilhéus, garante que há dois deputados federais e dois estaduais interessados em migrar para legenda, porém, não revela os nomes.

O servidor afirma que o partido tende a compor a base do governador Jaques Wagner (PT), mas revela já ter conversado com presidentes dos partidos; PMDB, Lúcio Vieira Lima, do PT, Jonas Paulo e do PP, João Leão. A decisão deverá ser definida após o carnaval.

Marco Aurélio explica que as bandeiras do partido se referem as demandas da classe trabalhista e citou como exemplo: luta pela  instituição de plano de carreira, garantia de plano de saúde aos trabalhadores e equivalência nacional do piso salarial de professores e policiais.    

Para disputar as eleições de 2014 o novo partido precisa ter 500 mil assinaturas e ter registro em nove estados. Por enquanto tem a metade, 250 mil assinaturas. O que partido já conseguiu prematuramente, foi uma polêmica envolvendo o seu ex-presidente nacional em um suposto caso de corrupção. O ex-agente de trânsito de Goiânia, Nilson Gomes foi exonerado da Agência Municipal de Trânsito, acusado de corrupção passiva. O partido expulsou Nilson do cargo de presidente nacional. 




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