Política
“A inflação vai desaparecer porque não haverá pesos sem respaldo”. Esse foi o pronunciamento do presidente da Argentina, Javier Milei, na noite da sexta-feira (11), quando celebrou a aprovação de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). O acordo, que já havia sido antecipado pelo ministro da Economia, Luis Caputo, prevê um aporte de US$ 20 bilhões.
De acordo com o Metrópoles, em tese, o governo argentino poderá utilizar os novos recursos para quitar dívidas do Tesouro junto ao Banco Central, buscando reduzir o endividamento e dar mais previsibilidade ao mercado financeiro. Acompanhado por ministros e assessores do primeiro escalão do governo, Milei se mostrou otimista com a negociação.
Quebramos o último elo da corrente que nos mantinha presos. Eliminamos o controle cambial para sempre. Esse programa, entre FMI, Banco Mundial, BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] e Banco Central totaliza US$ 32 bilhões, dos quais US$ 19,6 bilhões serão liberados de forma imediata. Assim, em maio as reservas brutas do Banco Central, estarão em torno de US$ 50 bilhões”, afirmou Milei diretamente da Casa Rosada.
No mesmo dia, o governo argentino anunciou o fim das restrições para a compra de dólares por pessoas físicas – o chamado controle cambial. Assim, depois de 6 anos de vigência dessa política (estabelecida ainda no governo do ex-presidente Mauricio Macri, em 2019), os argentinos não precisarão mais seguir o limite de US$ 200 para compra de divisas no mercado oficial de câmbio.
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