Política
O deputado federal por Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL), insinuou que o promotor Renato Augusto Mendonça, responsável pelo denunciá-lo por crimes eleitorais, teria relações com a esquerda. O parlamentar é acusado de disseminar informações falsas durante o segundo turno das eleições municipais em Belo Horizonte.
Nas alegações, Nikolas aponta que o promotor foi signatário de um manifesto contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, o documento convocava deputados a votarem contra a deposição da então presidente do Brasil, classificando a deposição como um “ataque à democracia”.
O deputado apontou ainda que, na época, o documento foi divulgado em entidades vinculadas ao Ministério Público.
Nikolas é acusado, junto a outros dois deputados estaduais e um militar reformado, por disseminar fake News sobre o então candidato à reeleição para prefeito Fuad Noman, hoje já falecido.
“Estão querendo me deixar inelegível porque denunciei um livro pornográfico do antigo prefeito de Belo Horizonte. Uai, não posso falar e denunciar mais não? É muita coincidência que só parlamentares de direita são perseguidos neste país”, declarou.
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