Política
O secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, descreveu na noite desta quinta-feira (11), durante sessão especial na Câmara Municipal de Salvador o sentimento que tem ao receber o título de Cidadão Soteropolitano. "O título de cidadão de município é uma oportunidade singular. Primeiro porque significa o nascimento para uma nova forma de cidadania. A oportunidade de nascer de novo, tendo o reconhecimento daqueles que tiveram a graça de nascer naquele lugar", disse Loyola.
O petista falou sobre o recebimento de uma "nova naturalidade". "Por outro lado, um título como esse é também uma chance de fazer um balanço da própria trajetória e interrogar: o que me trouxe até aqui? Este exercício de reflexão e memória caracteriza-se por revisitar escolhas, relembrar processos e reafirmar convicções políticas perante o meu coletivo de cidadãos, os meus conterrâneos, com quais agora eu sou soteropolitano", disse o secretário.
Adolpho Loyola falou de sua trajetória comum a de outros baianos. "Eu sou, como tantos baianos e baianas, um migrante que veio do interior à procura de um espaço para viver, um lugar para estudar, um canto para trabalhar. Cheguei na capital após uma trágica experiência familiar, a perda de meu irmão mais velho, e cheguei sem apoio de uma rede de parentes [...] Cheguei aqui sem a minha mãe, quatro irmãos e sobrinhos que ficaram no extremo sul", rememorou.
"Como todo início, esse também foi difícil. Não tinha um amparo, acolhimento e amparo de minha mãe diariamente. Ela sempre foi o meu porto seguro", declarou Loyola, que lembrou que foi morador da Boca do Rio, Brotas, Paralela e Rio Vermelho, vivendo em pensionato, dividindo apartamento com amigos, deslocando-se de ônibus entre Matatu de Brotas e o Cabula onde assistia às aulas na UNEB.
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