Política
O senador do PL-RJ viu seus números de desempenho eleitorais recuarem após a repercussão de seu encontro com o ex-presidente americano e de ligações com o dono do Banco Master, Vorcaro. Além da ameaça de novas sobretaxas dos EUA ao Brasil sob o governo Trump.
Para o presidente Lula, os resultados são favoráveis. Se em maio havia um empate técnico com 42% para o petista e 41% para o senador, agora a distância aumentou para além da margem de erro de dois pontos percentuais. O cenário atual reverte a tendência de abril, quando Flávio chegou a superar o atual presidente numericamente em uma simulação de segundo turno, registrando 42% contra 40% de Lula.
Felipe Nunes, CEO da Quaest, aponta que a agenda internacional não rendeu os frutos esperados:
“A agenda com Trump não parece ter trazido boas notícias para Flávio. Embora 60% dos brasileiros continuem defendendo que CV e PCC devam ser tratados como terroristas pela lei brasileira, a sociedade se divide sobre a classificação ser feita pelo governo americano”, diz Nunes para Metrópoles.
A percepção pública sobre a influência de Flávio é mista: 47% acreditam que ele foi o responsável na decisão do governo Trump de classificar o Comando Vermelho e o PCC como grupos terroristas, enquanto 37% descartam essa interferência. Contudo, a soberania
Contudo, a soberania nacional pesa na opinião popular, com 60% defendendo que tal medida deveria ser iniciativa do governo brasileiro. Além disso, 53% dos cidadãos temem que as sanções americanas decorrentes dessa classificação acabem por trazer prejuízos para empresas e instituições financeiras do Brasil.
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