Política

Aladilce Souza pede adiamento da votação do plano de segurança de Bruno Reis; saiba motivo

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A vereadora da oposição argumenta que não há tempo suficiente para discutir o plano de segurança antes do fim do ano na Câmara Municipal.  |   Bnews - Divulgação BNews

Publicado em 18/11/2025, às 16h30 - Atualizado às 16h31   Carolina Papa e Daniel Serrano



A líder da bancada da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), defendeu que o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social de Salvador (PMSPDS), apresentado pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) no último dia 6, não seja votado pela Casa Legislativa este ano

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Em entrevista coletiva durante a sessão desta terça-feira (18), a vereadora avaliou que não há tempo para que o plano de Segurança Pública seja analisado ainda este ano, já que as atividades da CMS vão até o dia 17 de dezembro, não dá tempo de discutir o texto com "diversos segmentos da cidade". 

"Nós não reunimos a oposição para conversar sobre isso, mas, na minha opinião, nós não temos condição de votar um plano de Segurança esse ano ainda. A perspectiva é que a Câmara funcione até o dia 17 de dezembro e um plano desse nós precisamos de muito tempo, tempo suficiente e necessário para a gente ouvir a população", disse. 

"Segurança pública é uma questão muito importante, delicada. A gente precisa ouvir os diversos segmentos da cidade, tanto das forças policiais, como da própria Guarda Municipal, que não é força policial, mas é auxiliar, como da população em geral, diversas instituições de direitos humanos", emendou.

Aladilce ainda pediu para que o prefeito Bruno Reis encaminhe o Plano de Segurança apenas no ano que vem para que se tenha um período maior para avaliar o texto da proposta. 

"Não temos tempo para votar, então que o prefeito, por favor, se abstenha de mandar o plano de segurança este ano. No próximo ano, a gente vai construir um calendário de audiências públicas, de escuta para que a gente possa votar uma legislação que realmente atenda as necessidades de segurança, que não passa só por polícia, mas que atenda as necessidades de segurança pública da nossa cidade", defendeu.

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