Política
O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), que deixará a liderança da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), avaliou que pegou o pior período para ocupar esse posto. "A gente pegou o pior momento da oposição para assumir uma liderança que é justamente quando um governador recém-eleito também está assumindo seu mandato. Normalmente quem se elege, no seu início, está de mãos dadas com a população, mas a gente conseguiu cumprir nosso trabalho", disse Sanches, em conversa com o BNEWS.
"O objetivo era justamente chamar a atenção dos problemas que a nossa população da Bahia sofre e a gente conseguiu fazer isso com consciência, com uma crítica de forma construtiva, ajudando o governo, inclusive quando era algum benefício para nossa população", ressaltou.
O parlamentar destacou que, deixando a liderança, deve se dedicar ao mandato e ao projeto de concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026. "Vou me dedicar ao nosso mandato, mas também eu tenho um projeto futuro para a Câmra Federal, e a gente precisa de um tempo para se dedicar também", explicou.
Ao ser questionado sobre uma possível punição ao deputado Marcinho Oliveira por se aproximar do governador Jerônimo Rodrigues, Sanches disse que não há procedimentos no partido nesse sentido. "Não houve qualquer movimento nesse sentido. Tudo eu acho que foi muita especulação. Marcinho nunca externou isso para o nosso grupo, que iria fazer qualquer outro caminho diferente. Mas se for, acho que são naturais os movimentos da política, se se sente mais confortável de um lado ou de outro, mas eu volto a dizer: não foi conversado absolutamente nada sobre isso", disse Alan Sanches.
Alan Sanches também comentou a possibilidade de o vereador Duda Sanches assumir a Secult na gestão de Bruno Reis. "Isso está guardado a sete chaves e a gente fica sem saber quem será escolhido para secretaria A, B ou C. O mais importante para Duda foi vencer essa eleição para o seu quarto mandato. Então agora é cumprir esse mandato, esses quatro anos", disse o deputado estadual.
"Se for chamado para qualquer colocação no Executivo, tem que avaliar. Já está amadurecido politicamente, completando seu terceiro, indo para o quarto mandato, ele vai avaliar o que é melhor para a cidade, para os seus eleitores e se ele pode contribuir de alguma forma no mandato ou fora dele, mas tudo depende que qualquer dinâmica de convite", complementou Alan Sanches.
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