Política

Alckmin diz que competitividade do café brasileiro cai após redução de tarifas; entenda

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O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que a redução de taxa sobre o café do Brasil não torna o produto mais competitivo nos EUA  |   Bnews - Divulgação Agência Brasil / Arquivo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 15/11/2025, às 17h41 - Atualizado às 17h50



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que a tarifa de 40% cobrada pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro continua “muito alta” mesmo após redução em 10 pontos percentuais determinada em ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que retirou as taxas de reciprocidade.

Em coletiva de imprensa neste sábado (15), Alckmin disse que o Brasil segue em desvantagem mesmo sendo o maior fornecedor de café arábico para os EUA. “No caso do café, não tem sentido. Ainda é alta, 40%". O vice-presidente afirmou que há uma distorção que precisa ser corrigida.

"Todo mundo teve 10% a menos. Só que, no caso do Brasil, que tinha 50%, ficou com 40%, que é muito alto. Aliás, no caso do Vietnã, reduziu 20%, porque era 20% e foi para zero”, disse. “O café também reduziu 10%, só que tem um concorrente que reduziu 20%. Então esse é o empenho que tem que ser feito agora para melhorar a competitividade".

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