Política
Publicado em 14/08/2024, às 17h05 - Atualizado às 17h06 Luana Neiva
Após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes ter trocado mensagens com seus assessores pelo WhatsApp, o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB) e integrantes do governo Lula saíram em defesa do político.
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"Por lei, o ministro do TSE é ministro do Supremo [Tribunal Federal]. Isso é lei. [Moraes] tem absoluto rigor ético, compromisso, e o Brasil deve muito ao Alexandre de Moraes, a sua firmeza na condução do processo eleitoral", disse Alckmin nesta quarta-feira (14).
Já a presidente do PT nacional, Gleisi Hoffmann afirmou que o ministro atuou para coibir crimes eleitorais e garantir a lisura do pleito de 2022.
"'Fora do rito', de qualquer rito, estavam Bolsonaro e seus cúmplices, mentindo sobre o processo eleitoral, ameaçando as instituições e urdindo um golpe contra a posse de Lula, o eleito. É a esses golpistas que serve a campanha desencadeada pela Folha contra o ministro Alexandre de Moraes e o STF, quando se aproxima o momento em que Bolsonaro terá de enfrentar a Justiça pelos crimes que cometeu".
O advogado-geral da União, Jorge Messias, também saiu em defesa do ministro. "O ministro Alexandre de Moraes sempre se destacou por seu compromisso com a justiça e a democracia. Do mesmo modo, tem atuado com absoluta integridade no exercício de suas atribuições na Suprema Corte. Suas decisões contaram com a fundamentação e regularidade próprias de uma conduta honesta, ética e colaborativa que merece nossa admiração e apoio."
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