Política
Em evento com empresários que aconteceu no Rio de Janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, disse que o Brasil tem um “histórico de golpismo”. Moraes é o relator das ações penais que envolvem a tentativa de golpe de Estado que aconteceu no dia 8 de Janeiro na Esplanada dos Ministérios, que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em meio à palestra, Moraes fez um histórico sobre a redemocratização desde a promulgação da Constituição de 1988 e disse que, apesar do histórico de golpes, o Poder Judiciário se mantém independente. Na sua avaliação estabilidade democrática não significa tranquilidade, mas é preciso assegurar os mecanismos constitucionais para garantir a normalidade democrática.
“Apesar de todos os ataques, nós mantivemos o Poder Judiciário independente no Brasil, um Poder Judiciário independente e respeitado. O respeito se dá pela independência. Judiciário vassalo, covarde, que quer fazer acordos para que o país momentaneamente deixe de estar conturbado, não é independente”, pontuou.
Moraes também disse que a “impunidade, a omissão e covardia” nunca deram certo em nenhum país do mundo.
“O Judiciário é independente e corajoso. Ataques podem continuar de dentro ou de fora. Juiz que não a resiste a pressão, que mude de profissão, faça outra coisa na vida. O Judiciário cresce na pressão”, acrescentou.
Moraes é o relator de diversas investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre elas, a ação penal do núcleo 1 da trama golpista, que será julgada pelo Supremo a partir do dia 2 de setembro.
O ministro também é alvo de aliados de Bolsonaro, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs sanções pessoais a ministros do STF, além de tarifas de 50% para produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano.
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