Política
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), explicou, nesta sexta-feira (22), a diferença nos prazos de julgamento de Jair Bolsonaro e das fraudes do INSS. Segundo ele, são casos diferentes, com investigações e relatores distintos. Moraes ainda ressaltou que o caso de Bolsonaro já tramita no Supremo há dois anos.
Primeiro, não tenho nada a ver com o processo do INSS. Eu não sou o relator. Teve uma fake news, ‘ele não faz nada’. Eu não sou o relator de tudo no mundo. Gostaria de ser, mas não sou”, disse.
O magistrado disse que quem está investigando é a Polícia Federal (PF), e a denúncia é feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e quando chega ao STF, é entregue a Primeira Turma. “Não fui eu quem iniciou o processo [sobre o INSS]”, completou.
O ministro afirmou ainda que ambos os processos tramitam em tempos diferentes. No caso do ex-presidente, já são dois anos, enquanto as fraudes do INSS só tem seis meses. “Entre investigação, denúncia e o processo, vamos completar quase dois anos. A questão do INSS não tem seis meses. E as pessoas colocam, na desinformação, que é o mesmo prazo”,
“Às vezes, algo demora mais ou menos por questões processuais, tem que preparar, estudar o processo, não há nenhuma predileção para um lado ou para o outro. Depende do procedimento, do relator, das provas. Comparar coisas diversas é muito complicado. Não é que um está mais rápido que o outro. É que uma coisa é completamente diferente da outra”, completou.
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