Política
Publicado em 09/06/2025, às 20h29 Héber Araújo
O deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) prestou depoimento, nesta segunda-feira (9), no julgamento do chamado “núcleo crucial” da trama golpista. Durante sua declaração, o político negou ter participado da armação que buscava manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após derrotas nas eleições. Ainda no depoimento, ele comentou que as anotações sobre ataque às urnas eletrônicas eram documentos privados.
Segundo o ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o material atribuído a ele, contendo informações falsas sobre as urnas eletrônicas, se tratava de um “documento privado” com “opiniões pessoais” que jamais foram compartilhadas oficialmente.
Questionado sobre um documento específico, o qual o conteúdo visava um plano para desacreditar o processo eleitoral brasileiro e a urnas, Ramagem afirmou que esses documentos não foram compartilhados com ninguém, por se tratar de uma opinião pessoal e não oficial. “Tudo o que coloquei nesse documento são anotações pessoais, privadas. Era algo meu, com opiniões privadas, não oficiais. Não foi compartilhado com ninguém”, afirmou.
O político destacou também que não produziu nenhum conteúdo que buscava interferir nas eleições ou formalmente questionar o sistema eleitoral do Brasil.
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