Política
Um membro do governo argentino de Javier Milei estava na cidade do aeroporto em que Flávio Bolsonaro (PL) partiu rumo aos Estados Unidos na madrugada desta quarta-feira (28). A informação foi publicada pelo jornal "La Nacion", da Argentina.
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De acordo com a reportagem, o estrategista de Milei, Santiago Caputo , estava em Misiones quando o avião particular decolou. O fato, se comprovado, ajuda a alimentar as suspeitas de envolvimento do governo argentino na fuga de Flávio.
Até o momento, o governo da Argentina vem afirmando que não havia mandado de prisão ou impedimento legal expedido na fronteira que impedisse Flávio e sua família de entrar no país, apesar da decisão do ministro Alexandre De Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF), de confiscar seu passaporte.
A Direção Nacional de Migração informa que às 22h50 do dia 27 de outubro, os seguintes cidadãos entraram pelo posto fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones: Flavio Nantes Bolsonaro , Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro , Carolina Figueira Bolsonaro e Luiza Figueira Bolsonaro . Eles entraram com documentos de viagem válidos e sem qualquer impedimento legal para entrar no país. Além disso, seu trânsito foi registrado pela autoridade competente sem incidentes", disse o perfil oficial de migração da Argentina.
Segundo a Folha de S.Paulo, a família teria embarcado em um voo privado operado pela empresa Baires Fly S.A., com destino a Guayaquil, no Equador. A aeronave é um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW.
A aeronave particular custa em média US$ 34,5 milhões a US$ 35 milhões, cerca de R$ 187 milhões em conversão direta.
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