Política
O secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Augusto Vasconcelos (PCdoB), afirmou que o governo tem acompanhado de perto os desdobramento das acusações de trabalho análogo a escravidão nas obras da BYD, em Camaçari. De acordo com o titular da pasta, mesmo diante a polêmica em torno da montadora, a gestão estadual não quer “romper relação histórica que prevê a atração de novos postos de trabalho e de investimentos”.
“É óbvio que nós queremos que qualquer empresa cumpra a lei brasileira. Temos órgãos fiscalizadores que confiamos que diagnosticaram que haviam maus-tratos a trabalhadores na construtora contratada pela BYD. Fizemos o contato com a empresa. A empresa rescindiu o contrato a um termo de um ajuste de conduta em colaboração avançada no Ministério Público do Trabalho. [...] Estamos acompanhando isso de perto”, disse o secretário, nesta sexta-feira (24), em entrevista ao Radar Bnews.
O secretário revela ainda ter tratado o tema com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT). Segundo Augusto Vasconcelos, será necessário “corrigir rotas e contratar empresas que garantam o respeito aos direitos dos trabalhadores” durante as obras.
“Tratei esse assunto com o ministro Luiz Marinho. Nós não achamos que é pouco importante o investimento da BYD, achamos muito importante atrair investimentos desse tipo. [Será necessário] corrigir rotas e contratar empresas que garantam o respeito aos direitos dos trabalhadores. Não queremos romper uma relação histórica que prevê a atração de novos postos de trabalho e de investimentos para a Bahia. [...] A obra está atrasada em razão dessa fiscalização e cobramos [da BYD] o cumprimento do cronograma”, acrescentou o secretário.
As denúncias sobre as más condições de trabalho nas obras da BYD foram reveladas em dezembro de 2024.
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