Política
O presidente estadual do PL, João Roma, que há poucos dias emitiu nota em que veda coligações de nomes do partido com o PT, PV, PCdoB ou PSOL nestas eleições municipais, disse que a sigla não será um tribunal dos filiados. "O partido político não é um tribunal. Enquanto dirigente partidário, eu me apego às bandeiras partidárias", declarou o ex-ministro da Cidadania, em entrevista ao PodZé, nesta segunda-feira (29).
"Desde sempre houve um claro apontamento para que o PL não estivesse coligado partidariamente com partidos como o PT", pontuou Roma. Ele, entretanto, afirmou que não sairá fiscalizando vereadores em todos os municípios. "Não é porque o deputado se elegeu pelo partido que ele terá que ficar enjaulado", ponderou Roma, ao ser questionado sobre os deputados estaduais Vitor Azevedo e Raimundo da JR.
O dirigente do PL ainda apontou que, em eleições municipais, "há questões pessoais locais, aproximações pessoais locais". Entretanto, afirmou: "Onde o PT estiver de um lado, o PL está do outro".
Sobre a nota, ele declarou: "Só fiz redundar esse comportamento. É um novo PL a partir da chegada de Bolsonaro ao partido, que começa a se fortalecer dentro de bandeiras ideológicas e tem posicionamentos mais claros".
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