Política

Após nova restrição, empresários de entretenimento terão reunião nesta quarta com governo

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Empresários de entretenimento vão ter um encontro após o govenador Rui Costa limitar público em eventos

Publicado em 12/01/2022, às 11h31    Divulgação    Redação

Após a nova restrição, limitando para três mil o número máximo de pessoas em eventos, os empresários de entretenimento vão se reunir nesta quarta-feira (12) com integrantes do governo da Bahia.

Conforme apurado pelo BNews, Marcelo Brito, Paulo Góis, Fabio Almeida, além de outros empresários, vão ser recebidos pelo secretário de Comunicação, André Curvelo, e o superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado.

Em entrevista à Rádio Metrópole, Aldo criticou o governador Rui Costa. Para ele, o governador "é muito incoerente" no enfrentamento da pandemia, e que o setor de entretenimento está totalmente insatisfeita com o petista. Depois de passar quase dois anos praticamente parados, o segmento foi surpreendido por uma nova determinação estadual em meio à retomada das festas de verão, que acontecem principalmente em Salvador.

Como uma espécie de efeito cascata, a nova determinação começou a ter efeitos negativos para o segmento. Horas depois, a festa Bonfim de Tarde foi cancelada, que aconteceria com shows de Bell Marques e Harmonia do Samba, no dia 10 de janeiro, quando é celebrado o dia do Senhor do Bonfim, manifestação pública também cancelada por causa da alta nos números de casos de covid na cidade.

Em seguida, ainda na segunda-feira, foi a vez de outra importante festa da alta estação ser cancelada. O Baile da Santinha, ensaios de verão do cantor Leo Santana, também foi suspenso. Após a estreia na última sexta-feira (7), as edições que aconteceriam dias 14 e 21 de janeiro, no Parque de Exposições, foram canceladas.

Os cancelamentos motivaram à divulgação de uma carta pública da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), que chamou de "prematuro" o ato de desmarcar os eventos. "Nesse momento, cancelar eventos controlados é precipitado, preconceituoso e incoerente". "A ABRAPE defende, portanto, que, diante do cenário conhecido por outros países que enfrentam essa cepa e os bons exemplos vistos no país, se mantenha a realização de eventos em locais onde seja possível controlar os protocolos sanitários! Isso é o justo e já mostrou ser viável!".

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