Política

Aposentadoria de Barroso reacende debate sobre mulher no STF; Lula avalia nomes

STF / Diulgação
A aposentadoria de Cármen Lúcia em 2029 pode intensificar a pressão para que Lula indique uma mulher para o STF após Barroso.  |   Bnews - Divulgação STF / Diulgação
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 10/10/2025, às 10h43 - Atualizado às 10h43



A aposentadoria de Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (9), reacendeu o debate sobre um aumento da presença feminina na Corte. Um nome já vem sendo ventilado no Palácio do Planalto. As informações são do blog de Gerson Camarotti, no site G1. 

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De acordo com a publicação, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Daniela Teixeira, é uma das opções do Palácio do Planalto. Ela é considerada um nome de confiança do presidente Lula e foi indicada pessoalmente por ele para o STJ em 2023.

Ela disputa a vaga deixada por Barroso com o ministro do  Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas; o advogado-geral da União, Jorge Messias; e o senador Rodrigo Pacheco (PSD). O parlamentar conta com o apoio dos ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). 

Daniela Teixeira já vem sendo cotada para assumir a vaga da ministra Cármen Lúcia, que, pela lei, deve se aposentar no máximo em 2029, o que só deve ocorrer se Lula for reeleito em 2026. 

O entendimento é de que, com a aposentadoria de Cármen, ficaria muito difícil para Lula explicar não indicar uma mulher para o STF.

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