Política
Publicado em 15/01/2025, às 10h16 - Atualizado às 10h21 Rebeca Santos e Yuri Pastori
Durante a inauguração pela Prefeitura de Salvador do Centro de Interpretação da Mata Atlântica (Cima), espaço voltado para conservação ambiental e educação sobre a Mata Atlântica, no bairro do Bonfim, na manhã desta quarta-feira (15), Tânia Scofield, responsável pela elaboração do projeto, disse que a Prefeitura tem como diretriz o reflorescimento da cidade como um todo.
"Esse horto ele é um centro de interpretação da Mata Atlântica. Por quê? Porque aqui vão ser produzidas mudas da espécie da Mata Atlântica para que a gente possa, né, plantar em toda a cidade. É um processo inclusive que a gente tá tendo, né, de reflorescimento da cidade como um todo. A prefeitura tá tendo hoje, tá tendo dentro da sua, das suas grandes diretrizes. Bem, por outro lado, a gente queria também criar um espaço que fosse um espaço de convívio, de integração, que as pessoas viessem aqui até para poder entender a importância da Mata Atlântica", explicou Tânia.
"A gente vai ter uma sala imersiva aqui, a gente já comprou os equipamentos, são equipamentos que vão trabalhar com projeção, com visual sobre Mata Atlântica. Uma coisa novidade que não tem Salvador, é novo. E é uma outra novidade que eu vou falar hoje aqui, eu tive ontem com Fernando Guerreiro [presidente da Fundação Gregório de Matos] e a gente vai trazer o Boca de Brasa com o tema da sustentabilidade. Então a gente vai ter aqui um Boca de Brasa focado com o tema da sustentabilidade", adiantou.
Além de promover atividades educativas, o local contará com biblioteca, áreas de lazer e visitação para contemplação do pôr-do-sol, o que amplia os parques urbanos da cidade, como o Parque da Cidade e o Jardim Botânico.
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