Política
Publicado em 30/08/2024, às 09h05 Pedro Moraes
O ex-policial militar Ronnie Lessa reafirmou que o alvo principal da execução, no dia 14 de março de 2018, era Marielle Franco (PSol). Ele, que é assassino confesso da vereadora, garantiu que o motorista Anderson Gomes não deveria ter morrido. O depoimento ocorreu, nesta quinta-feira (29), em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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“O plano inicial era matar a Marielle Franco. O Anderson morreu e não era para ter morrido, não era para ter sido atingido”, mencionou o acusado durante a oitiva.
Depois que soube que os disparos atravessaram o corpo da parlamentar e acertaram o homem, Lessa considerou que teria aplicado a munição errada na ação. O ex-PM é réu pelo duplo homicídio no Rio de Janeiro (RJ). Ele está detido na Penitenciária 1 do Complexo de Tremembé.
Ainda na delação premiada, o homem afirmou que os mandantes do crime são: o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro Domingos Inácio Brazão; o deputado federal João Francisco Inácio Brazão; o delegado Rivaldo Barbosa; o policial militar Ronald Paulo de Alves Pereira; e o ex-PM Élcio.
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