Política
Publicado em 17/06/2025, às 11h39 Yuri Pastori
Uma série de autoridades, servidores e jornalistas forma monitorados de forma ilegal no esquema de espionagem conhecido como 'Abin Paralela' montado na Agência Brasileira de Informações (Abin) durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A PF concluiu as investigações e enviou o relatório final do inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O documento pede o indiciamento do ex-presidente Bolsonaro, do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) e mais de 30 envolvidos no caso. Dentre os espionados estão membros do Poder Judiciário, Legislativo, Executivo, além de jornalistas.
Veja a lista de autoridades, servidores e jornalistas monitorados ilegalmente:
Poder Judiciário: ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.
Poder Legislativo: o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); o deputado Kim Kataguiri (União-SP) e os ex-deputados Rodrigo Maia, que foi presidente da Câmara; Joice Hasselmann e Jean Wyllys (PSOL). Os senadores: Alessandro Vieira (MDB-SE), Omar Aziz (PSD-AM), Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), que integravam a CPI da Covid no Senado.
Poder Executivo: João Doria, ex-governador de São Paulo; os servidores do Ibama Hugo Ferreira Netto Loss e Roberto Cabral Borges; os auditores da Receita Federal do Brasil Christiano José Paes Leme Botelho, Cleber Homen da Silva e José Pereira de Barros Neto.
Jornalistas: Monica Bergamo, Vera Magalhães, Luiza Alves Bandeira e Pedro Cesar Batista.
Classificação Indicativa: Livre
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