Política

Barroso ironiza polícia em caso de delator assassinado pelo PCC: "Psicografou uma mensagem"

José Cruz / Agência Brasil
Antonio Gritzbach foi morto no aeroporto de Guarulhos, na última sexta-feira  |   Bnews - Divulgação José Cruz / Agência Brasil
Marcelo Ramos

por Marcelo Ramos

marcelo.ramos@bnews.com.br

Publicado em 14/11/2024, às 07h46



Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso ironizou a atuação da Polícia no caso do assassinato do delator do PCC, Antonio Vinicius Lopes Gritzbach, na última sexta-feira (8), no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

A declaração de Barroso foi feita durante o julgamento da ação que discute a letalidade em operações policiais em favelas do Rio de Janeiro. Os ministros falavam sobre a importância da atuação das polícias militares, quando Barroso lembrou do caso.

“O denunciante do PCC psicografou uma mensagem aqui de que não foi bem defendido pela polícia de São Paulo”, declarou.

Assista:

Gritzbach havia fechado um acordo de delação com o Ministério Público e chegou a falar sobre esquemas do Primeiro Comando da Capital (PCC) que envolviam policiais civis e militares. Ao menos oito policiais militares suspeitos de envolvimento na execução do delator foram afastados de suas funções, além de policiais civis que foram citados no acordo de colaboração.

Segundo informações iniciais, os investigadores analisam vídeos de câmeras de segurança e tomam depoimentos de testemunhas e sobreviventes para entender o que aconteceu no crime.

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