Política

Bolsonaristas baianos reagem contra prisão do ex-presidente: "A ditadura vai acabar!"

Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
Aliados de Bolsonaro, como Diego Castro e Cezar Leite, expressam sua indignação nas redes sociais após a prisão do ex-presidente.  |   Bnews - Divulgação Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 22/11/2025, às 08h38 - Atualizado às 08h39



Aliados de Jair Bolsonaro (PL) na Bahia utilizaram as redes sociais para reagir à prisão do ex-presidente realizada na manhã deste sábado (22), por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Polícia Federal (PF).

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Em seu perfil no X (antigo Twitter), o deputado estadual Diego Castro (PL) classificou a prisão de Bolsonaro como "mais um ato de perseguição política".

O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), também condenou a determinação do STF, classificada por ele como "puro autoritarismo". "Não é justiça, é perseguição política institucionalizada! Quando uma decisão individual consegue calar milhões, é o BRASIL inteiro que está sendo algemado junto", escreveu.

Já o deputado federal Capitão Alden acusou o ministro do STF Alexandre de Moraes acabou com "o respeito do judiciário brasileiro". "A ditadura vai acabar!"

Mais cedo, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também usou as redes sociais para reagir à prisão preventiva do marido. Ela usou as redes sociais para reagir à prisão do marido com um trecho do Salmo 121:1-8 que diz: "Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. 2 O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra". Ela não estava em casa no momento da detenção. 

Outros aliados do ex-presidente, como o advogado Fábio Wajngarten e os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC) também se manifestaram sobre a prisão de Bolsonaro, que classificaram a medida como "a maior perseguição política da história do Brasil". 

A prisão de Bolsonaro foi decretada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, para garantir a ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ter convocado uma vigília em frente ao condomínio Jair Bolsonaro, na noite desta sexta-feira (21).

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