Política
O presidente do PL na Bahia, João Roma, reagiu com "indignação" após a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornar Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de estado.
O baiano considerou que o ex-presidente vem sendo "vítima de ato persecutório com sanha de condená-lo". "Não há constrangimento em violar a legislação em nome de um projeto ideológico para a manutenção do status quo”. Para Roma, com firmeza e coragem, Bolsonaro está encarando seus algozes na certeza de que “a (in)justiça dos homens jamais será maior do que a Justiça de Deus", declarou.
Já o deputado estadual Diego Castro (PL) afirmou que "as acusações de uma suposta tentativa de golpe carecem de fundamentos jurídicos sólidos e se baseiam em interpretações distorcidas".
"É um fato incontestável que o presidente Jair Bolsonaro sempre atuou dentro dos limites constitucionais, respeitando a democracia e os processos eleitorais previstos pela Carta Magna. Trata-se, na verdade, de parte de uma narrativa da esquerda para inviabilizá-lo politicamente nas eleições de 2026", declarou, Diego.
O deputado Leandro de Jesus (PL) afirmou que "o julgamento teve um viés político, e não baseado na justiça". "Qual o crime que Bolsonaro cometeu? Nem eles conseguem apontar. Um julgamento político, baseado em opiniões, sem fatos, sem provas, tudo na base do achismo e da sua vontade ideológica. Infelizmente, é neste cenário que vivemos hoje. Estão focados em derrotar a Direita no Brasil, mas eles não sabem que estamos mais fortes do que nunca. Não vamos desistir da nossa nação", declarou.
Bolsonaro foi tornado réu ao lado de mais sete aliados por decisão unânime dos ministros do STF, que seguiram o voto do relator Alexandre de Moraes. Agora, será aberta uma ação penal na qual a Procuradoria-Geral da República e as defesas poderão apresentar provas e depoimentos.
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