Política

Bolsonaristas pedem prisão de Alexandre de Moraes por morte de 'patriota'; saiba quem

Marcelo Camargo / Agência Brasil
Pastor e advogado bolsonaristas quem que magistrado seja condenado suposta atuação criminosa na morte Cleriston Cunha  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo / Agência Brasil
Tácio Caldas

por Tácio Caldas

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 05/02/2024, às 07h42



Dois bolsonaristas estão clamando pela prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os discursos dos bolsonaristas são semelhantes e tratam de uma suposta atuação criminosa na morte do baiano Cleriston Cunha. Estes são os casos do pastor carioca Silas Malafaia e do advogado e ex-apresentador paulista Tiago Pavinatto.

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Cleriston Cunha morreu após passar mal no presídio da Papuda enquanto cumpria uma prisão preventiva por atuar nos atos terroristas do 8 de janeiro. O baiano era empresário e tinha 46 anos. Pouco antes da morte de Cunha, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia pedido a soltura do investigado, mas o pedido não foi apreciado por Alexandre de Moraes, relator do caso. Tal situação é a base do pedido de Malafaia e Pavinatto contra o ministro do STF.

Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / Marcos Corrêa / PR / Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @pavinatto / Montagem BNews
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / Marcos Corrêa / PR / Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @pavinatto / Montagem BNews

Para tanto, o ex-apresentador pediu à PGR que solicitassem a prisão de Moraes por 31 anos. No documento que foi protocolado em 2023, Pavinatto está como advogado da viuva e das filhas do empresário e acusam Moraes de tortura e abuso de autoridade. Apesar do pedido, a PGR não se manifestou e, devido a isto, o advogado e ex-apresentador ingressou com uma ação penal privada diretamente no STF, uma vez que Moraes tem foro por prerrogativa de função.

Vale lembrar que, quatro dias após a morte de Cleriston Cunha, o ministro Alexandre de Moraes tomou uma decisão drástica. Ele determinou a soltura de outros sete suspeitos de envolvimento no 8 de Janeiro que também estavam presos preventivamente. As informações são do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles.

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