Política

Brasília em Chamas: Governo de transição se manifesta após ataques bolsonaristas; veja

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Membros do governo de transição concederam coletiva de imprensa para tratar do assunto e da segurança do presidente eleito Lula (PT)  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Twitter @lmayonneiva
Daniel Brito

por Daniel Brito

daniel.brito@bnews.com.br

Publicado em 13/12/2022, às 00h19



Após os ataques realizados por vândalos bolsonaristas na noite desta segunda-feira (12), que tentavam invadir a sede da Polícia Federal, em Brasília, devido à prisão do Cacique Tserere, líder indígena apoiador de Bolsonaro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, concedeu uma coletiva de imprensa para tratar do assunto.

Ao lado do futuro diretor da PF, Andrei Rodrigues, e do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Júlio Danilo, Flávio Dino afirmou que os manifestantes presos por participarem dos atos de vandalismo serão responsabilizados.

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"As medidas de responsabilização irão proseguir. Não há nenhuma hipótese de haver passos atrás na garantia da lei e da ordem pública em razão da violência. O Estado Democrático de Direito tem o dever de agir. Estamos tranquilos, porém com firmeza em um caminho de defesa da lei", afirmou.

O futuro comandante ainda afirmou que o presidente Lula (PT), hospedado em um hotel na capital federal, não esteve em risco devido aos ataques realizados no entorno e que seguiu para o local normalmente após ser diplomado. "Em nenhum momento. Ele está em plena segurança e assim seguirá até o pelo exercício de suas funções", enfatizou.

"Estamos trabalhando há algumas semanas em parceria com o governo do Distrito Federal e gostaria de agradecer ao governador Ibaneis [Rocha]. É claro que hoje ocorreram fatos novos, mas o mais importante é afirmar que esse trabalho conjunto é apto a garantir a segurança do presidente Lula e da capital do país. Se houve um planejamento [dos atos], isso será adequadamente apurado. Mas neste momento não há um diagnóstico, pois os fatos ocorreram há apenas algumas horas", completou.

Chefe da segurança de Lula durante a campanha eleitoral, Andrei Rodrigues ratificou a informação dada por Flávio Dino sobre a segurança do presidente eleito.

"A nossa operação segue íntegra, sempre sendo adaptada a cada evento e momento como foi previsto desde o início, e assim será até a sua cerimônia de posse e o pleno exercício da Presidência", declarou.

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