Entretenimento
por Andreza Oliveira
Publicado em 28/07/2026, às 08h43
O apresentador Rodrigo Faro sofreu duas derrotas judiciais após a tentativa de reverter a condenação por propaganda enganosa envolvendo a divulgação da Triê Soluções Financeiras. De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, ele foi responsabilizado por emprestar sua imagem à empresa, que foi acusada de provocar danos a uma consumidora que acreditou na publicidade para contratar os serviços.
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No último dia 1º de junho, Faro apresentou um “recurso inominado” solicitando uma reformulação na sentença de primeira instância. Na ação, ele sustenta que não teria responsabilidade pelos danos sofridos pela mulher.
Entretanto, em decisão proferida dias depois, o juiz considerou o recurso deserto, ou seja, ele sequer pôde ser avaliado por falta do pagamento integral do preparo recursal.
O preparo é correspondente aos custos obrigatórios para que o recurso seja recebido e julgado. Como o montante não teria sido de maneira integral, o pedido do comunicador não foi apreciado.
Sem sucesso, Rodrigo Faro retornou a Justiça no dia 25 de junho, desta vez, por meio de “embargos de declaração”. No novo recurso, ele aponta que a decisão anterior foi omissa ao não analisar os comprovantes de pagamentos apresentados.
O veterano da TV ainda argumentou que o magistrado não informou qual seria o valor correto das custas e pediu autorização para complementar o pagamento.
No entanto, na decisão da segunda-feira (27), o juiz Daniel de Paula Andrade rejeitou novamente o pedido. Conforme a autoridade, a decisão anterior não apresentava omissão, contradição ou qualquer erro justificável da revisão.
Saiba detalhes do caso
A autora, que foi identificada como Márcia Regina da Silva Pauli, afirmou que contratou a empresa contratando na credibilidade do comunicador, e aderiu ao serviço que garantia recalcular contratos de financiamento veicular com redução de juros abusivos.
Conforme a coluna Fabia Oliveira, do site Metrópoles, ela contou que pagou a Triê que, de acordo com o contrato, deveria gerir os valores e repassar para a financiadora. Entretanto, segundo ela, os valores não foram repassados ao banco, resultando na apreensão do veículo pelo não pagamento do financiamento original.
Além de ter processado a empresa, a consumidora acionou o apresentador, já que ele estampa as publicidades da marca. A defesa da autora disse que o apresentador tem responsabilidade no caso, pois sua imagem conferiu credibilidade à empresa, influenciando na decisão da cliente.
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