Política
por Daniel Serrano
Publicado em 28/07/2025, às 12h46 - Atualizado às 12h46
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), detalhou nesta segunda-feira (28) como a oposição ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT) vem se movimentando na formação da chapa majoritária para as eleições do ano que vem.
Em entrevista coletiva realizada durante o anúncio do projeto pioneiro de coleta seletiva digital, Bruno Reis disse que ainda é cedo para bater o martelo sobre a composição da chapa oposicionista, mas aposta que a eleição para Presidência da República vai interferir no pleito para o governo da Bahia.
"Eu acho que qualquer decisão sobre organização de chapa local vai depender muito desse jogo nacional de quem será o candidato das oposições no Brasil. Nós trabalhamos muito para ter uma candidatura única, um único candidato a presidente que possa reunir o maior conjunto de forças políticas e partidárias. E a partir dessas alianças nacionais, ver o que é possível reproduzir aqui", disse.
"Naturalmente, vamos caminhar também para ter uma candidatura única a governador. Definido esse primeiro ponto, nós vamos seguir formando uma chapa. Então temos que prestigiar regiões do Estado, trazer líderes regionais, líderes de segmentos, contemplar nessa chapa todo o Estado da Bahia e, se possível, os segmentos mais representativos. O que eu posso dizer é que as oposições aqui na Bahia vão marchar unidas e, no momento certo, sem definir datas, nós vamos apresentar uma chapa que possa vencer as eleições", emendou.
O prefeito de Salvador também aproveitou para cutucar o grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues, que já vive uma disputa interna sobre a formação da chapa para 2026, em especial para quem vai se candidatar às duas vagas ao Senado. Atualmente, os senadores Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD) já sinalizaram que desejam disputar a reeleição. O outro nome que demonstra desejo em disputar uma cadeira na Casa Legislativa é o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Segundo Bruno Reis, o grupo liderado só pensa em política ao invés de apresentar resultados para "melhorar a vida das pessoas".
"Os nossos opositores que estão governando o Estado e deveriam estar preocupados com a gestão, com entregas, com resultados, em melhorar a vida das pessoas. Só pensam em política, só fazem política. Saem de eleição já estão discutindo a chapa [da eleição] seguinte. Já estão brigando para quem vai ser senador e quem não vai ser. Uma disputa interna que só faz contribuir e dificultar ainda mais a vida do governador. Infelizmente, é por essa e outras razões que o Estado da Bahia se encontra nessa situação", alfinetou.
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