Política

Capitão Alden diz que segurança na Bahia é "cópia do modelo como o RJ e SP tem atuado" por causa das facções criminosas

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Alden destaca como facções criminosas mudaram a dinâmica da violência na Bahia, aumentando a sensação de insegurança  |   Bnews - Divulgação Reprodução / YouTube
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 12/09/2025, às 07h57 - Atualizado às 07h58



O deputado federal Capitão Alden (PL) destacou em entrevista, na última quinta-feira (11), ao programa 'Giro Baiana' 2º edição, na Rádio Baiana (89,3 FM), a existência, atualmente, de um "modus operandi' das facções criminosas, que não havia há alguns anos, que causa um aumento na sensação de insegurança da população por maiores que sejam os investimentos em segurança pública pelo Estado.

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Você tem visto aqui uma cópia do modelo como o Rio de Janeiro e São Paulo tem atuado por conta do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV), enquanto que aqui na Bahia anos atrás o criminoso não tinha intenção e interesse em confrontar o Estado, ainda mais o agente policial, porque ele sabia que haveria uma resposta à altura", afirmou.

"Então ele preferia muitas vezes atirar e corria, ele não ia para o enfrentamento. Hoje, não, o bandido, especialmente, oriundo do Rio de Janeiro e São Paulo, pertence a unidades dessas facções criminosas e tem como um grande prêmio, troféu, triunfo, eles ganham, vamos dizer assim, uma popularidade entre os seus pares criminosos e existe lá um ataque direto, eles tem uma ideia de confrontar realmente o estado", acrescentou.

O parlamentar disse ainda que para esses criminosos afrontar o Estado virou sinal de respeito entre eles. O deputado destacou comportamentos presentes atualmente como o uso de tatuagens, atirar em viaturas e policiais, inclusive, confrontar os agentes que não estão em horário de serviço e roubar armas da corporação, que serão usadas em outras práticas criminosas.  

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