Política
por Héber Araújo
Publicado em 13/05/2026, às 19h49
O deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL), reagiu à polêmica envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que teve um áudio exposto, onde cobrava dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro. Em nota enviada ao Bnews, nesta quarta-feira (13), o parlamentar defendeu Flávio e afirmou que é preciso separar os fatos.
“Sobre a divulgação de um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro envolvendo pedido de apoio financeiro a empresário do setor privado, reafirmo uma posição que sempre defendi na vida pública: ninguém deve ser condenado por vazamentos seletivos, manchetes ou recortes fora de contexto. É preciso separar fato político, narrativa e eventual ilicitude”, disse Capitão Alden.
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De acordo com o áudio divulgado pelo Intercept, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu 24 milhões de dólares, aproximadamente R$134 milhões, para investir no filme biográfico de Jair Bolsonaro. Conforme o deputado, esse pedido não configura qualquer irregularidade, visto que relações de patrocínio entre públicos, empresários, apoiadores e financiadores existem em diversos ambientes.
Ao mesmo tempo, toda situação que gere questionamentos públicos precisa ser esclarecida com transparência, sem privilégios, mas também sem perseguições, seletividade ou julgamentos antecipados”, declarou Alden.
“Esse sempre foi o meu posicionamento e não seria diferente agora: defendo investigação séria, respeito ao devido processo legal e a mesma régua para todos, independentemente de sobrenome, partido ou posição ideológica. Por isso, reforço o coro do próprio senador Flávio Bolsonaro pela instalação da CPMI do Banco Master, justamente para que todos os fatos sejam esclarecidos de forma ampla, séria e transparente”, completou.
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"Sobre a divulgação de um áudio atribuído ao senador Flávio Bolsonaro envolvendo pedido de apoio financeiro a empresário do setor privado, reafirmo uma posição que sempre defendi na vida pública: ninguém deve ser condenado por vazamentos seletivos, manchetes ou recortes fora de contexto.
É preciso separar fato político, narrativa e eventual ilicitude.
Se houve solicitação de apoio para financiamento de projeto audiovisual, cultural ou institucional, isso, por si só, não configura qualquer irregularidade. Relações entre agentes públicos, empresários, apoiadores e financiadores de projetos existem em diversos ambientes da vida pública e privada, desde que observados os limites da legalidade.
Ao mesmo tempo, toda situação que gere questionamentos públicos precisa ser esclarecida com transparência, sem privilégios, mas também sem perseguições, seletividade ou julgamentos antecipados.
Esse sempre foi o meu posicionamento e não seria diferente agora: defendo investigação séria, respeito ao devido processo legal e a mesma régua para todos, independentemente de sobrenome, partido ou posição ideológica.
Por isso, reforço o coro do próprio senador Flávio Bolsonaro pela instalação da CPMI do Banco Master, justamente para que todos os fatos sejam esclarecidos de forma ampla, séria e transparente.
Se existem dúvidas, suspeitas ou relações que mereçam esclarecimentos, que tudo seja investigado inclusive fatos recentemente divulgados mas dentro da legalidade, com responsabilidade e sem espetacularização política.
Não podemos aceitar um país onde vazamentos seletivos substituem investigação, nem um ambiente de perseguição política baseado em recortes, narrativas ou julgamentos antecipados. Mas também não podemos admitir blindagens. Quem não deve, não teme investigação.
O Brasil precisa de verdade, coerência institucional e respeito à Justiça, sem seletividade e sem dois pesos e duas medidas.
CAPITÃO ALDEN
Deputado Federal (PL-BA)
Vice-Líder da Oposição na Câmara Federal"
Classificação Indicativa: Livre
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