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Caso de baiana que pichou "perdeu, mané" durante atos golpistas pode ter reviravolta na Justiça; entenda

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Supremo Tribunal Federal pode conceder prisão domiciliar a baiana Débora Rodrigues após pedido da PGR  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 28/03/2025, às 17h53   Cadastrado por Carolina Papa



A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda prisão domiciliar a Débora Rodrigues dos Santos, autora da pichação “perdeu, mané” na estátua da Justiça durante os atos golpistas em 8 de janeiro de 2023. 

A PGR opinou contra o pedido de soltura feito pela defesa da ré, mas sugeriu a prisão domiciliar da cabeleireira até que o Supremo termine de analisar a denúncia por ela ter filhos menores de 12 anos, além da espera do encerramento das investigações da Polícia Federal sobre o caso. 

O julgamento de Débora foi iniciado na semana passada pela Primeira Turma do Supremo. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou para condenar a cabeleireira a 14 anos de prisão, sendo acompanhado por Flávio Dino. 

O julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Luiz Fux, sob a argumentação de “revisão da dosimetria”.

Na Justiça, Débora Rodrigues responde por cinco crimes, entre eles: abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado e dano qualificado;

Em depoimento às autoridades, ela afirmou que a pichação foi “ilegal”.

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