Política
Publicado em 01/04/2025, às 06h24 Rebeca Santos
Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última segunda-feira (31), a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu pela permanência da prisão preventiva do delegado Rivaldo Barbosa, acusado de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
O documento, assinado pelo vice-procurador-geral Hindenburgo Chateaubriand Filho, foi elaborado a pedido do ministro Alexandre de Moraes (STF) e sustenta que a liberdade do réu poderia prejudicar as investigações em curso no Rio de Janeiro.
Segundo informações da CNN, a defesa de Barbosa, no entanto, pede a soltura do delegado, que já cumpre prisão preventiva há um ano sem data marcada para julgamento.
Os advogados sugerem medidas alternativas, como o uso de tornozeleira eletrônica, alegando que não há denúncia ou indiciamento formal pelos crimes que justificariam sua prisão – supostamente, solicitação ou recebimento de vantagens para atrapalhar as investigações.
A PGR mantém o entendimento de que a custódia é essencial para evitar riscos ao processo. O STF agora deverá decidir se mantém ou revoga a prisão.
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