Política

China defende “não interferência” após EUA classificarem PCC e CV como terrorista

Ilustrativa / Agência Brasil
Com a visita do chanceler brasileiro a Pequim, a China expressa preocupações sobre a soberania nacional do Brasil  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa / Agência Brasil
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 29/05/2026, às 10h05



Após a decisão dos Estados Unidos em classificar as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, a China defendeu o princípio da “não interferência”.

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A declaração foi realizada pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning. A informação foi divulgada às vésperas da visita do chanceler Mauro Vieira a cidade de Pequim.

Depois do posicionamento norte-americano, o debate sobre os impactos diplomáticos e jurídicos da decisão anunciada por Washington aumentou no Brasil, principalmente, apontando riscos à soberania nacional.

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