Política

Rui Costa rebate ACM Neto sobre peso de prefeitos na eleição: “Posição superior e desprezo”

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Em encontro na Bahia, Rui Costa critica declarações de ACM Neto sobre prefeitos e defende seu papel nas eleições  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNEWS
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 29/05/2026, às 08h07



O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT) criticou o tratamento dado pelo pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União) aos prefeitos baianos após o vice-presidente do União Brasil ter feito declarações na pré-campanha sobre a base de apoio do grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). “Essa coisa de ter 300 prefeitos muda nada, representa nada", disse à imprensa o ex-prefeito de Salvador.

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“Quando alguém diz que prefeito não influencia eleição, está se colocando numa posição superior. Está minimizando e desprezando o papel de quem foi reconhecido por sua comunidade como liderança política”, disse o petista durante encontro promovido pela Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (AMURC), na última quinta-feira (28), em Ilhéus, no sul da Bahia.

O ex-governador da Bahia comparou as diferenças de tratamento dado aos gestores municipais entre os grupos governista e o da oposição. “Nem sempre um governador vai conseguir atender tudo o que um prefeito precisa para sua cidade. Mas faz uma diferença enorme a forma como você é recebido, acolhido e respeitado. A diferença entre nós e eles não está só na quantidade de obras. Está também na forma de olhar o outro. De que posição a gente está olhando o outro? De cima para baixo ou olhando olho no olho?”, questionou.

“Governador não pode ser alguém que acha que vai chegar lá por herança familiar ou por sobrenome. Para governar é preciso trabalhar, ter humildade e pisar no chão”, declarou Rui.

O petista também destacou que a força da aliança governista está na capacidade de reunir partidos e lideranças com trajetórias diferentes em torno de um projeto comum para a Bahia. “Quem está entre nós tem que ter oportunidade. É isso que faz a força desse grupo”, concluiu.

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