Política
Pré-candidato a vereador pagar R$ 20 para claque comparecer a inauguração de praça
Nem pão com mortadela nem coxinha. A claque ‘contratada’ por políticos na pré-campanha eleitoral recebe entre R$ 20 e R$ 30 para aplaudir e gritar o nome do candidato a um cargo eletivo.
Em áudio endereçado a um grupo de ‘militantes’ ligado ao pré-candidato a vereador, Kel Torres (Republicanos), uma colaboradora convoca pessoas para participarem da inauguração de uma praça, em Cajazeiras XI.
A ordem era para que elas gritassem o nome do prefeito Bruno Reis. Apesar da ‘recomendação’, foi possível ouviu também o nome do pré-candidato a vereador ser bradado.
No áudio em que o BNews teve acesso, a colaboradora pede que os interessados enviem nome completo e o número do telefone. Ao final do evento, cada um deles receberia R$ 20.
“A gente vai utilizar a camisa de Kel Torres mas na hora de gritar vai ser o nome de Bruno Reis. Ao final da inauguração, vai ser feito o pagamento de 20 reais. Quem quiser comparecer para dar essa força é só mandar o nome completo e o número do telefone”, diz trecho do áudio.
O BNews entrou em contato com Kel Torres. Um assessor que se apresentou com o nome de Júnior afirmou que o áudio é falso.
Reunião para acertar os ponteiros
No início da próxima semana, muito possivelmente com a presença do presidente Lula, haverá reunião para discutir estratégia visando impedir o crescimento de José Ronaldo. Eles temem que haja um distanciamento grande entre os ‘Zés’.
Deputados bolsonaristas brigões quebraram o decoro…
Por meio de requerimento, a Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Bahia pede ao presidente Adolfo Menezes (PSD) que seja instaurado inquérito no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para apurar quebra de decoro dos deputados Diego Castro e Leandro de Jesus, ambos do PL. Os parlamentares gritaram e xingaram
Olivia, quando esta fazia críticas ao PL 1904/2022, conhecido como ‘PL do Estuprador’.
As integrantes do colegiado argumentam que os deputados violaram os artigos 4º e 5º do código de ética parlamentar. Os referidos artigos dizem que perturbar a ordem das sessões, infringir regras de boa conduta e praticar ofensas físicas ou morais a outros parlamentares configuram quebra de decoro.
…e o petista Marcelino Galo também
Dentro desse contexto, parlamentares ouvidos por esta coluna acham que uma possível punição deve ser estendida a Marcelino Galo (PT). O petista empurrou Diego Castro no calor da discussão. O liberal não revidou. A situação não foi pior porque os seguranças da Casa apartaram e tiraram os deputados bolsonaristas do plenário.
Ironia ou não, Galo é vice-presidente do Conselho de Ética.
Rosemberg tenta emplacar projeto, mas governistas gazeteiam sessão na ALBA
O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, Rosemberg Pinto (PT), tentou colocar em votação na quarta (26), a pedido do governador Jerônimo Rodrigues, o projeto de lei que determina a redução de multa e acréscimo moratórios de débito com o ICMS.
Ele só não contava com a ausência de sua bancada. O petista até tentou ‘seduzir’ a oposição, mas a minoria se recusou a votar.
Com os festejos do São João, muitos parlamentares aproveitaram para curtir a festa no interior e aproveitaram para visitar as bases eleitorais.
Na quarta, o projeto dos defensores públicos, que equipara os rendimentos da categoria aos dos integrantes do Ministério Público e Judiciário, só foi votado porque a bancada de oposição foi favorável e deu quórum. Foram 32 votos a favor da matéria.
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