Política

Ciro Nogueira cita “prevaricação” em depoimento de militares; entenda

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O senador Ciro Nogueira (PP/PI) disse que militares que denunciaram suposto golpe ou prevaricaram ou mentiram  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil / Arquivo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 18/03/2024, às 22h45



O senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), criticou nesta segunda-feira (18), em texto publicado no X (antigo Twitter), o depoimento de militares à Polícia Federal (PF) em investigação que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado no fim do governo Jair Bolsonaro. À corporação, o ex-comandante do Exército Marco Antônio Freire Gomes afirmou que o plano foi apresentado pelo ex-presidente.

"É possível acreditar em quem bateria continência para o vencedor com a mesma firmeza com que bate em retirada do derrotado? Está absolutamente provado que há um criminoso inconteste. Ou o criminoso que cometeu prevaricação ao não denunciar ao país o 'golpe' ou o caluniador que o denuncia hoje, não tendo ocorrido", escreveu no X.

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"O General mais importante do país, tão cioso da Democracia, em dezembro de 2022, sairia de qualquer reunião imprópria, denunciaria qualquer conluio e teria absoluto apoio da sociedade brasileira. Borrar-se agora porque não pode fazer as continências que faria é uma vergonha inominável. Todos os militares têm o dever de honrar sua farda. Alguns deveriam ter ainda mais compromisso em honrar seus pijamas", continuou o senador.

Segundo o ex-comandante da Aeronáutica Carlos de Almeida Baptista Junior, Freire Gomes, ao saber do plano, teria ameaçado prender Bolsonaro caso tomasse atitudes extremas. O plano, conforme o depoimento do Baptista Júnior, seria executado se o ex-comandante do Exército tivesse concordado.

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