Política

Coligação revela "indignação" com operação da PF em comitê eleitoral no Sul da Bahia

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Operação Coronelismo teve como alvo candidato aliado do prefeito Marão e visa combater crimes eleitorais  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Boca News
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 02/10/2024, às 08h45



A 'Coligação Ilhéus da Gente, Pra Cima, Pra Frente' do candidato a prefeito do município, Bento Lima (PSD), disse estar "profundamente revoltada e indignada" com a operação da Polícia Federal (PF), realizada, na última terça-feira (1), nas dependências do seu comitê eleitoral. 

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A Operação Coronelismo visa combater crimes eleitorais e coloca a coligação como suspeita de usar servidores, veículos e combustível da Prefeitura para realizar campanha em favor do candidato.

" A coligação acredita na Justiça e reafirma seu compromisso em colaborar plenamente com todas as investigações. Nossos atos de campanha são transparentes, e todos os gastos eleitorais estão sendo devidamente registrados e comprovados junto à Justiça Eleitoral, conforme determina a legislação vigente. Não temos nada a esconder", diz o comunicado.

A comunicação da coligação ainda diz que a operação "ofende gravemente a ordem democrática e a lisura do processo eleitoral" e que "embora autorizada judicialmente, nos parece desproporcional, e a sua realização em plena reta final de campanha, pode ser novamente interpretada como uma tentativa de influenciar o pleito".

Bento Lima já havia passado pela operação Barganha da PF, na semana passada, que envolveu o prefeito do município, Mário Alexandre (PSD). Eles são suspeitos de receber propina e superfaturamento em contratos do município nas áreas de saúde e coleta de lixo. 

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