Política

Congelamento de gastos anunciado pelo Governo Federal faz Saúde perder R$ 4,4 bilhões

Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
Além do Ministério da Saúde, o congelamento atingira as pastas de Cidades, Transportes, Educação, emendas parlamentares e de programas  |   Bnews - Divulgação Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Publicado em 31/07/2024, às 01h23 - Atualizado às 01h31   Cadastrada por Letícia Rastelly



Para cumprir regras fiscais das contas públicas em 2024 o Governo Federal havia anucniado o congelamento de R$ 15 bilhões nos gastos. Nesta terça-feira (30), os bloqueios foram detalhados, de modo que os ministérios mais afetados são o da Saúde, com menos R$ 4,4 bilhões; Cidades que perdeu R$ 2,1 bilhões; Transportes com queda de R$ 1,5 bilhão e Educação, que fica sem R$ 1,2 bilhão.

Os programas também acabam sendo afetados, de modo que o de Aceleração do Crescimento, o PAC, teve R$ 4,5 bilhões congelados. Entretanto, é bom salientar que os investimentos dessas obras estão espalhados por várias pastas, de modo que Cidades e Transportes podem ter nos cortes apresentados em suas respectivas pastas, valores relacionados ao programa.

As emendas parlamentares perderam R$ 1,1 bilhão, enquanto que a União cortou R$ 9 bilhões das chamadas despesas discricionárias, aquelas que não são obrigatórias.

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