Política

Cotado para vice de Zema, empresário é acusado de fraude de R$ 6,8 milhões

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Nas últimas semanas, o nome do empresário passou a circular nos bastidores como possível vice de Zema  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Divulgação e Devid Santana / BNEWS
Yuri Pastori

por Yuri Pastori

yuri.pastori@bnews.com.br

Publicado em 05/07/2026, às 12h21



O empresário Geraldo Rufino (Podemos), cotado para ser vice de Romeu Zema (Novo) na disputa pelo Palácio do Planalto, responde na Justiça por suposto esquema criminoso que resultou na fraude de pelo menos R$ 6,8 milhões a credores. As informações são do portal Metrópoles.

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Ex-catador de latinhas e, hoje, milionário, Rufino é dono da “maior rede de desmanche legal da América Latina”, a JR Diesel e tem 3,6 milhões de seguidores no Instagram, onde se apresenta como o “catador de sonhos” e construiu uma imagem com histórias de “sucesso” e “superação”.

No dia 13 de abril, a juíza Gilvana Mastrandéa de Souza, da 7ª Vara Cível de Osasco, relatou que Rufino protagoniza um “verdadeiro padrão de conduta marcado por confusão patrimonial, desvio de recursos e favorecimento indevido de determinados credores, em flagrante violação aos princípios estruturantes do regime recuperacional”.

A magistrada rejeitou o pedido de Geraldo Rufino e da esposa, Marlene Rufino, para retornarem à administração da empresa, que entrou em recuperação judicial em 2016. Em 2024, por causa da identificação dessas fraudes na sua empresa, ele foi afastado da gestão da JR Diesel

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