Política
Publicado em 24/05/2025, às 12h49 - Atualizado às 12h49 Redação
A CPI mista no Congresso Nacional para investigar o escândalo no INSS, que tem as assinaturas de 236 deputados e 42 senadores, pode virar um tiro pela culatra para a bancada bolsonarista, principal entusiasta da instalação da comissão. As informações são da coluna de Igor Gadelha, no site Metrópoles.
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De acordo com a publicação, os parlamentares bolsonaristas acreditam que o governo Lula deverá ter maioria na CPMI, levando em conta a atual configuração do Senado. O entendimento é de que pode se repetir o cenário da CPMI do 8 de Janeiro na Casa.
Com isso, o Palácio do Planalto conseguiria controlar o rumo da CPI e atuar para que as fraudes atinjam o governo Bolsonaro.
O cenário seria diferente caso a CPI ocorresse apenas na Câmara, onde aliados de Bolsonaro calculam que teriam maioria, o que facilitaria o objetivo de pressionar o governo Lula com as fraudes no INSS. No entanto, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou que não pretende passar o pedido de CPI do INSS na frente dos outros 12 requerimentos de CPI.
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