Política
A pressão sobre Sidônio Palmeira nas últimas semanas aumentou, principalmente, por causa da queda na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a subida de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de votos. A crise na comunicação ganhou holofotes com o puxão de orelha do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), na reunião ministerial da última terça-feira (31).
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A minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso. Acho que a gente tem que colocar como foco comparar e mostrar. O povo tem o direito de conhecer esses números, esses dados, porque, repito, é a mudança da água para o vinho, de um deserto de governança para um governo que tem um líder que montou uma equipe para trabalhar e produzir esses resultados”, disse Rui.
Sidônio interrompeu a apresentação do ministro e perguntou se ele estava jogando a culpa para ele. O secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, até brincou que, como baianos, eles se entenderiam.
Alguns minutos depois, na sua apresentação, Sidônio atribuiu as dificuldades ao fato de o governo não ter deixado explícito, desde o início do mandato, o Estado que herdou da administração do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Após a reunião, Rui Costa tentou voltar a atrás, e quis consertar a cobrança pública. Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, baseado em pesquisas, Sidônio tem dito a interlocutores que Lula precisa aparecer mais, falar com maior frequência nas redes sociais e não só de política, o que o petista não seria muito adepto.
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