Política
por Daniel Serrano
Publicado em 28/09/2025, às 12h32 - Atualizado às 12h32
Membros de partidos de direita estão descontentes com os recentes conflitos do deputado federal Eduardo Bolsonaro. Na avaliação de lideranças desse campo político, o parlamentar será o principal responsável por impedir um acerto sobre candidatura ao Planalto em futuro próximo. As informações são do site Metrópoles.
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De acordo com a publicação, caciques da direita classificam Eduardo como "incontrolável" e "um agente de entropia constante", o que vem atrapalhando as articulações do grupo para 2026.
Com o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível, Eduardo vem se colocando como o herdeiro político natural do pai. No entanto, lideranças da direita acreditam que o deputado tem cerca de 20% de intenção de votos consolidados. O número é tido como insuficiente para levá-lo para um eventual segundo turno, mas o percentual impediria a vitória de um candidato de direita. Isso porque há um temor de que parte desse eleitorado, avesso a qualquer candidato que faça parte do clã Bolsonaro, anule o voto caso não veja um membro da família do ex-presidente nas urnas.
O sinal de alerta da direita e de parte do Centrão foi acionado após Eduardo se colocar como candidato à Presidência. O anúncio do deputado aconteceu após Bolsonaro se mostrar mais aberto à candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).
Após a fala de Eduardo, o senador Ciro Nogueira (PP) usou as redes sociais para criticar a “falta de bom senso na direita” e pregar a união do grupo. Mesmo sem citar o filho 03 do ex-presidente, a mensagem do presidente do PP foi encarada como uma indireta ao deputado.
Nos bastidores, lideranças do grupo reclamam consideram Eduardo “intransigente” com relação ao PL da Dosimetria e a insistência na anistia ampla, geral e irrestrita deixará o pai e os demais condenados por tentativa de golpe de Estado sem nenhum benefício.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve disputar a reeleição em 2026. No entanto, o petista tem dito que sua candidatura vai depender de sua saúde física e mental.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é o favorito da direita. No entanto, ele ainda não confirma que poderá disputar a eleição presidencial por avaliar ter uma reeleição considerada encaminhada em São Paulo.
A direita ainda tem como pré-candidatos os governadores Eduardo Leite (PSD-RS), Ratinho Júnior (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO).
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