Política

Davi Alcolumbre crítica manifestação de parlamentares bolsonaristas no Congresso Nacional

Antônio Cruz/ Agência Brasil
Os manifestantes ocuparam as Mesas Diretoras prisão de Jair Bolsonaro; Davi Alcolumbre afirma que irá negociar  |   Bnews - Divulgação Antônio Cruz/ Agência Brasil
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 05/08/2025, às 19h48



O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), usou as redes sociais para repudiar a ocupação das Mesas Diretoras do Congresso Nacional por parlamentares bolsonaristas, nesta terça-feira (5). Na nota, o senador chamou o ato de “arbitrário” e “alheio aos princípios democráticos”. 

O Parlamento tem obrigações com o país na apreciação de matérias essenciais ao povo brasileiro. A ocupação das Mesas Diretoras das Casas, que inviabilize o seu funcionamento, constitui exercício arbitrário das próprias razões, algo inusitado e alheio aos princípios democráticos”, escreveu.

O presidente do Senado ainda afirmou que é necessário que os parlamentares hajam com respeito e civilidade, “para que o Congresso siga cumprindo sua missão em favor do Brasil e da nossa população”. 

O político ainda afirmou que pretende se reunir com as lideranças bolsonaristas, buscando um entendimento, para que as atividades da Casa Legislativa volte com suas atividades o mais rápido possível. Os manifestante afirmam que não irão parar o protesto, até que o Congresso "pacifique o país".  

Ocupação das mesas

Os parlamentares bolsonaristas ocuparam as Mesas Diretoras das Casas em manifestação contra a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL), ordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. 

Os políticos fizeram o protesto cobrindo a boca e os olhos com esparadrapos, alé de acusar o  STF e, principalmente Moraes, de impor censura e agir contra os Direitos Humanos. 

"Ele é um violador dos direitos humanos. Desde a Segunda Guerra Mundial os países do mundo não toleram violadores dos direitos humanos. A oposição na Câmara e no Senado, a partir de agora, ocupam ambas as mesas e não sairemos daqui até que os presidentes de ambas as casas busquem uma solução para pacificar o Brasil", disse Sósthenes Macedo, líder do PL na Câmara. 

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