Política

De olho em 2026, governadores de direita articulam união para pressionar Bolsonaro

Valter Campanato / Agência Brasil
Com a eleição presidencial se aproximando, governadores de direita estudam uma união para pressionar Jair Bolsonaro por apoio na disputa.  |   Bnews - Divulgação Valter Campanato / Agência Brasil

Publicado em 06/05/2025, às 09h29   Cadastrado por Daniel Serrano



Com a aproximação da eleição presidencial do ano que vem, governadores de direita se movimentam para conquistar espaço e estudam uma união para pressionar o ex-presidente Jair Bolsonaro por um apoio na disputa pelo Palácio do Planalto. A informação é do jornal ‘O Globo’.

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Até o momento, apenas o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), já lançou sua pré-candidatura e tem feito acenos aos colegas. Já Eduardo Leite (PSDB), do Rio Grande do Sul, Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ratinho Junior (PSD), do Paraná, também se colocam como presidenciáveis e têm defendido abertamente uma aliança na reta final da escolha de candidatos.

De acordo com a publicação, o movimento teria ainda a participação em eventos e defesa de pautas bolsonaristas no Congresso Nacional. O alinhamento dos governadores a Bolsonaro é avaliado como uma forma de se antecipar ao ex-presidente, que tem dito que será candidato, mesmo inelegível.

Segundo aliados dos governadores, o recado é que, mesmo sem “autorização”, eles estão disponíveis para o jogo. Por outro lado, o entendimento é de que a “unificação do discurso” seria uma forma de passar mais “tranquilidade” ao eleitorado de direita e que, independentemente do escolhido, os nomes conservadores estarão juntos e alinhados.

Além de Bolsonaro, outro nome é tido como forte o suficiente para enfrentar Lula na corrida presidencial: o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos-SP). Para membros da federação do União Brasil- PP, o chefe do Executivo paulista seria mais aceito entre os parlamentares do que o próprio Bolsonaro, por ser bem visto por lideranças de centro e o ex-presidente ainda carrega uma rejeição.

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