Política

Defesa de Bolsonaro contesta Alexandre de Moraes sobre prisão domiciliar temporária

Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Advogado de Bolsonaro disse que decisão é "inovadora"  |   Bnews - Divulgação Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Antonio Dilson Neto

por Antonio Dilson Neto

Publicado em 24/03/2026, às 16h33



O advogado criminalista Paulo Amador da Cunha Bueno, integrante da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu prisão domiciliar por 90 dias ao ex-mandatário.

Nas redes sociais, o advogado argumentou que a condição de Bolsonaro é permanente e demanda cuidados pelo resto da vida.

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 “Não se pode perder de vista que as condições e necessidades especiais que o presidente demanda são permanentes", argumentou o advogado.

Cunha Bueno também destacou que a decisão foi tomada após sucessivas tentativas da defesa. De acordo com ele, Moraes só autorizou a medida depois de cinco pedidos formais, considerando, por fim, o estado de saúde debilitado do ex-presidente.

Ainda segundo a defesa, a internação mais recente teve diagnóstico de pneumonia bilateral decorrente de broncoaspiração, quadro considerado grave e que, de acordo com relatórios médicos apresentados ao STF, já indicava risco de morte.

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