Política
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 24/03/2026, às 16h33
O advogado criminalista Paulo Amador da Cunha Bueno, integrante da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, contestou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que concedeu prisão domiciliar por 90 dias ao ex-mandatário.
Nas redes sociais, o advogado argumentou que a condição de Bolsonaro é permanente e demanda cuidados pelo resto da vida.
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“Não se pode perder de vista que as condições e necessidades especiais que o presidente demanda são permanentes", argumentou o advogado.
Acaba de ser deferida, pelo Ministro Alexandre de Moraes, a custódia domiciliar do Presidente Bolsonaro em substituição ao regime prisional que hodiernamente é cumprido em Batalhão da PMDF.
— Paulo Cunha Bueno (@paulocunhabueno) March 24, 2026
A decisão — deferida só e somente após a sequência de cinco pedidos —, finalmente…
Cunha Bueno também destacou que a decisão foi tomada após sucessivas tentativas da defesa. De acordo com ele, Moraes só autorizou a medida depois de cinco pedidos formais, considerando, por fim, o estado de saúde debilitado do ex-presidente.
Ainda segundo a defesa, a internação mais recente teve diagnóstico de pneumonia bilateral decorrente de broncoaspiração, quadro considerado grave e que, de acordo com relatórios médicos apresentados ao STF, já indicava risco de morte.
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