Política

Defesa de Filipe Martins se manifesta sobre prisão domiciliar: "cortina de fumaça"

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O ex-assessor da Presidência da República, Filipe Martins, teve prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF)  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram @filgmartin
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 27/12/2025, às 17h31



O advogado Jeffrey Chiquini, que representa o ex-assessor da Presidência da República, Filipe Martins, classificou como uma "cortina de fumaça" a decretação de prisão domiciliar contra o cliente dele. No X, Chiquini disse que participou de uma audiência às 14h deste sábado (27) e foi informado de que a prisão domiciliar de Martins era já cumprimento da pena a que foi condenado no julgamento da ação da trama golpista.

"A audiência foi presidida pela juíza auxiliar de Alexandre de Moraes, Dra. Luciana Yuri Fugishita Sorrentino. Durante a audiência, fomos informados de que não se tratava de audiência de custódia, de realização obrigatória neste momento, segundo o Código de Processo Penal, mas sim de uma audiência de admoestação, prevista apenas nos casos de início de cumprimento de pena, conforme a Lei de Execuções Penais, a qual deveria ocorrer somente após o trânsito em julgado da condenação, o que ainda não é o caso", escreveu o advogado no X.

Em seguida, ele complementou: "A prisão domiciliar de Filipe Martins decretada hoje é uma verdadeira cortina de fumaça, e início antecipado do cumprimento de pena. Mais uma ilegalidade para os anais da historia da ditadura da toga".

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