Política

Deputado culpa Nikolas Ferreira por prisão de Bolsonaro

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O deputado Reginaldo Veras se manifestou sobre a prisão domiciliar de Bolsonaro, mencionando a ligação com Nikolas Ferreira e suas implicações.  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 05/08/2025, às 08h27



O deputado federal pelo Distrito Federal, Reginaldo Veras (PV) usou as suas redes sociais para atribuir ao também parlamentar Nikolas Ferreira (PL-MG) pela prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Em um story em seu perfil no Instagram, Veras republicou uma notícia sobre a prisão de Bolsonaro acompanhado da frase: "Finalmente o moleque fez algo que preste!".

Nikolas foi citado pelo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na decisão que determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro. No entendimento do magistrado, o deputado usou o ex-presidente, em ligação telefônica durante ato ocorrido no último fim de semana, para tentar coagir o STF.

“O réu [Jair Bolsonaro] atendeu ligação telefônica por chamada de vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira, oportunidade em que o parlamentar utilizou Jair Messias Bolsonaro para impulsionar as mensagens proferidas na manifestação na tentativa de coagir o Supremo Tribunal Federal e obstruir a Justiça e com o amplo conhecimento das medidas cautelares impostas”, escreveu Alexandre de Moraes.

Prisão de Bolsonaro 

A prisão domiciliar do ex-presidente foi decretada nesta segunda-feira (4) após o ministro do STF entender que Bolsonaro descumpriu as medidas impostas pela Corte. 

De acordo com Moraes, Bolsonaro descumpriu a determinação de não usar as redes sociais ao participar por telefone das manifestações realizadas no último domingo (3).

“Não há dúvida de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro, pois o réu produziu material para publicação nas redes sociais de seus três filhos e de todos os seus seguidores e apoiadores políticos, com claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio, ostensivo, à intervenção estrangeira no Poder Judiciário Brasileiro”, disse o ministro.

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