Política
O deputado federal Gildenemir de Lima Sousa (PL-MA), conhecido como Pastor Gil, foi condenado a 5 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi unânime e concluída em 17 de março de 2026.
Segundo as investigações, o parlamentar participou de um esquema envolvendo a destinação irregular de emendas, com solicitação de vantagens indevidas em troca do envio de recursos públicos.
De acordo com a denúncia, aceita pelos ministros da Corte, Pastor Gil e os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) teriam pedido e recebido propina para viabilizar o repasse de cerca de R$ 1,6 milhão do Ministério da Saúde ao município de São José de Ribamar.
As provas reunidas pela Polícia Federal, que incluem interceptações telefônicas e rastreamento bancário, foram consideradas suficientes para comprovar o crime. Pastor Gil, no entanto, foi absolvido da acusação de organização criminosa por falta de evidências de uma estrutura estável voltada à prática dos delitos.
A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. Além disso, o parlamentar foi condenado ao pagamento de 100 dias-multa.
Apesar da condenação, a perda do mandato não ocorre de forma automática. Isso porque ainda cabem recursos, como embargos de declaração, e a decisão final sobre a permanência no cargo será analisada pela Câmara dos Deputados do Brasil.
Pastor Gil está em seu segundo mandato como deputado federal e é uma das lideranças da Igreja Assembleia de Deus no Maranhão, com atuação alinhada à bancada evangélica no Congresso.
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