Política

João Roma festeja derrota de Messias: "Supremo não pode ser subserviente a qualquer governo"

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João Roma destaca que a decisão do Senado é um sinal de independência e contrapeso entre os Poderes no Brasil  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / BNews
Henrique Brinco

por Henrique Brinco

henrique.brinco@bnews.com.br

Publicado em 29/04/2026, às 20h59



A rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado para o Supremo Tribunal Federal (STF) repercutiu entre lideranças da oposição, que classificaram o resultado como um marco político. Para o ex-ministro e presidente do PL na Bahia, João Roma, a decisão do plenário reflete um movimento mais amplo de insatisfação com o Judiciário e com o governo federal.

“A rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado para o STF marca um dia histórico para o Brasil. O Senado expressou a insatisfação crescente da população com os rumos do STF e com a percepção de excessiva politização da Corte”, afirmou.

Na avaliação de Roma, o resultado também representa um posicionamento institucional do Senado em defesa da independência entre os Poderes. “O que se viu hoje foi o Senado reafirmando que o Supremo não pode ser subserviente a qualquer governo, nem funcionar sob amarras ideológicas. O STF deve servir à Justiça, à Constituição e ao povo brasileiro, nunca a interesses circunstanciais de quem ocupa o poder”, declarou.

O ex-ministro ainda classificou a votação como uma vitória política da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ampliou o alcance do resultado. “Essa votação é uma vitória da oposição ao presidente Lula, mas também uma vitória do Brasil. Demonstra que ainda existem contrapesos funcionando que o Senado percebeu o sentimento das ruas, que pedem independência entre os Poderes e respeito à democracia”, concluiu.

Classificação Indicativa: Livre

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